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Dicas
 
O que fazer quando febre causa convulsão
 
Há dois tipos de convulsão causada por febre: a simples e a complexa. No primeiro caso, que é o mais comum, a agitação afeta todo o corpo, não dura mais do que 15 minutos, acontece apenas uma vez nas primeiras 24 horas e o exame neurológico que é feito depois mostra um resultado normal ou inespecífico. Já nas crises complexas, a reação pode atingir apenas um lado do corpo, se prolongar por mais de 15 minutos, se repetir no mesmo dia e a análise neurológica pode revelar alguma anormalidade. Mas, independentemente do tipo, a regra é a mesma: colocar o paciente de lado, amparar a cabeça dele e evitar colocar a mão ou qualquer objeto na boca, sob risco de ser mordido ou de ele engolir a peça. Depois que a convulsão passar, o que costuma durar cerca de um ou dois minutos, leve-o para o hospital para ser examinado e medicado por um especialista.

Quem está no alvo

Mesmo que a criança não seja epiléptica, nem apresente evidências de infecção do sistema nervoso central ou qualquer outra anormalidade, a febre pode causar convulsão. “Isso não afeta o crescimento dela, mas em raros casos pode haver desenvolvimento de epilepsia na idade adulta”, diz o neurologista Henryk Maultasch, do Serviço de Neurologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF-UFRJ). Segundo o médico, a chance de o baixinho convulsionar é maior quando a febre é alta e quando ele possui um parente de primeiro ou segundo grau que teve crises febris, atraso no desenvolvimento psicomotor ou internação prolongada após o nascimento. “Apesar de o problema acontecer numa faixa que vai dos seis meses aos cinco anos de idade, ele é mais frequente dos 18 aos 22 meses de vida, sendo uma das condições neurológicas mais comuns da infância e que está relacionada ao processo de maturação cerebral e a fatores genéticos”, completa.

Fonte: Atmosfera Feminina
 
 
 
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